domingo, 19 de maio de 2013

LISBOA - PRIMEIRO DIA DA VIAGEM - CHEGADA


Primeiro dia (24 de abril) – Chegada a Lisboa pela TAP: A chegada foi em torno das 12 horas de Lisboa, com fuso horário de 4 horas para mais. O desembaraço no aeroporto foi muito tranquilo. Nada perguntaram. Apenas carimbaram o passaporte. Deve ser porque nele já há outras viagens para a Europa, o que, por certo, dá a segurança que eles precisam. De toda forma, eu estava com os comprovantes de reserva em hotéis e da passagem de volta e também tinha como provar que tinha grana o suficiente para os dias da viagem, inclusive o seguro Schengen, que é obrigatório.

Uma passada no balcão de informações no aeroporto para pegar mapinhas e dicas da cidade. Então, de táxi para o hotel. Custou menos de 20 euros.

O hotel escolhido foi o Hotel Travel Park Lisboa e a reserva fiz com hotéis.com (Hotel Travel Park - Hotéis.com). O Preço é razoável e a localização é ótima, especialmente porque há a estação do metro ANJOS a poucos metros.

Como as informações em Lisboa, aliás por todos os lugares que estive, não são as melhores, anda-se mais do que se imagina. Cinco minutos de caminhada que nos dizem é pelo menos uns quinze. Quando falam em 500 metros, se prepare para pelo menos um quilômetro. Isso sem contar que muitas vezes indicam caminhos diferentes e a gente acaba se perdendo. O bom mesmo é andar meio perdido e acabar por conhecer um pouco mais de tudo. Indicaram um Centro Comercial Martin Muniz, que fica perto do hotel (nem tão perto, duas estações de metro), mas nele nada havia que valesse a pena, muito menos câmera fotográfica. A caminhada valeu pelas primeiras impressões de Lisboa.
 
Próximo ao Hotel Travel Park - A primeira foto em Lisboa - Av. Almirante Reis
Prédio com azulejo antigo - Av. Almirante Reis - Perto da Praça Martim Muniz


Detalhes do azulejo antigo
 
Este bonde elétrico tem entre 60 e 65 anos

Antiga fábrica de cerâmica

Parte dos azulejos foram retaurados

A primeira vista do Castelo de São Jorge - Lisboa - a partir da Praça Martim Muniz

 Como queria comprar a Canon SX50, o jeito foi ir até o Centro Comercial Vasco da Gama, na Estação de Metrô Oriente. Lá há muitas lojas e também a FNAC, onde comprei a câmera. O preço é bom, se comparado aos preços do Brasil, porém mais caro um pouco que nos EUA. Ainda assim, valeu a pena.
 
Centro Comercial Vasco da Gama - Lisboa

Vista aos fundos do Centro Comercial

Vista aos fundos do Centro Comercial

Bom, para o dia da chegada já rendeu até demais. Hora de voltar para o hotel e descansar para dar início aos passeios em Lisboa e muitos lugares de Portugal.

sábado, 18 de maio de 2013

PORTUGAL: muito além da linda LISBOA


           Como há tempo não posto nada sobre as viagens que fiz, vou recomeçar as postagens com a minha última viagem: PORTUGAL - 23/04 a 15/05/2013.

            A viagem começou por 7 dias em Lisboa, quatro dias explorando a lindíssima LISBOA e três dias com saídas de “bate-volta” pelas redondezas, viajando de carro: SINTRA, CASCAIS, ALMADA, VILA NOGUEIRA DE AZEITÃO, SESIMBRA (imperdível!), SERRA DA ARRÁBIDA, SETÚBAL, MAFRA, TORRES VEDRAS, PENICHE e ÓBIDOS (imperdível!). Sempre retornando a Lisboa.

            Depois foi seguindo sempre adiante passando por parte da costa de ALZEJUR (mais de 40 km de extensão), PRAIA DE ARRIFANA, BORDEIRA, CABO DE SÃO VICENTE, SAGRES, LAGOS. Praticamente tudo imperdível! Uma noite de descanso em Lagos.

            Da imperdível LAGOS com suas belas grutas, foi lindo seguir para PORTIMÃO, TAVIRA, FARO e ALBUFEIRA. Uma noite de descanso em Albufeira.

            Das lindas praias de ALBUFEIRA e belos lugares do ALGARVE, sseguir para o ALENTEJO e visitar BEJA, MONSARAZ (com REGUENGOS DE MONSARAZ) e ÉVORA foi um espetáculo que vale repetir um dia, especialmente MONSARAZ. Descansar uma noite em ÉVORA foi fundamental.

            Do ALENTEJO, subir para a SERRA DA ESTRELA, fazendo uma base de três noites no Hotel Santa Eufêmia, em COVILHÃ, foi muito bom para poder ir à terra de Pedro Álvares Cabral, em BELMONTE, conhecer o lindo Castelo de MARVÃO, ir ao ponto mais alto de Portugal: TORRE (2 mil metros de altitude e muito frio, claro!) e passar por MANTEIGAS e GUARDA.

            Foi maravilhoso partir para VILA REAL, passando novamente pela SERRA DA ESTRELA e conhecer SEIA (cidade têxtil), seguindo pelo caminho de NELAS e fazer um “pit stop” em VISEU para almoçar no Shopping Center de VISEU. Foi o mais lindo Shopping que já conheci.

            Como a tarde era longa e a noite demorava a chegar, foi muito bom optar por ir até SÃO JOÃO DA PESQUEIRA e explorar parte do VALE DO DOURO, seguindo, pela N222, o trecho mais lindo desse vale: de PINHÃO a PESO DA RÉGUA. Depois dormir uma noite no chique e lindo Hotel MIRA CORGO em VILA REAL.

            Antes de prosseguir a viagem, foi essencial passear por algumas horas por VILA REAL, desfrutar um pouco das lojas do centro (vendem ali muito da moda masculina italiana) e depois prosseguir para Mateus (pertinho de Vila Real) e desfrutar dos lindos jardins da Casa de Mateus e, então, ir adiante, passando pelo Miradouro de GALAFURA (imperdível!) e voltar a PESO DA RÉGUA para continuar até PORTO pelo VALE DO DOURO, pela N108. Foi uma pena não ter seguido minha intuição para ir pela N222, pois acredito que teria sido mais lindo e mais difícil perder-se no caminho. Pela N108 não foi mais possível voltar para N222 porque o GPS procurava rotas “muito rústicas”, e quando digo “rústicas” falo de becos e ruelas muito apertados. Ainda assim, teve pontos belíssimos com vistas lindas sobre o Rio DOURO, especialmente quando o GPS guiou de volta para a N108, contornando o Rio Douro, já mais próximo a PORTO e VILA NOVA DE GAIA.

            VILA NOVA DE GAIA foi mais uma base de três dias, com um dia exclusivo para visitar PORTO. Foi melhor não ficar na “muvuca” de PORTO porque VILA NOVA DE GAIA fica muito perto. Apenas o hotel escolhido (PARK HOTEL VILA NOVA DE GAIA) não foi uma opção boa. O hotel é muito bom pelo custo e vale a pena (30 euros com café da manhã, estacionamento e internet), mas o cheiro de cigarro, que vem pelos dutos do ar condicionado (mesmo desligado) é insuportável. Para quem gosta desse cheiro horrível, o hotel é tudo de bom. Todavia, eu não me hospedo mais nessa rede de hotéis porque odeio o cheiro de tabaco. Fiz a reclamação por escrito, pois, como escolhi quarto para não fumantes, não teria de haver problemas com isso. Como já tinha pagado as três diárias, o jeito foi suportar.

            Depois de um dia passeando por PORTO e VILA NOVA DE GAIA, foi muito bom fazer um “bate-volta” para VIANA DO CASTELO (imperdível!), passando antes pela PRAIA DO CABEDELO, seguir para BARCELOS e depois para BRAGA (imperdível!). GUIMARÃES foi só a passagem porque, em frente ao Castelo de Guimarães, havia um homem muito suspeito que veio em minha direção. Atravessei a rua e ele atravessou também. Então, rumei rápido de volta para o carro e o jeito foi zarpar dali para evitar qualquer infortúnio fosse com o carro ou assalto para levar equipamentos fotográficos. Foi o único lugar de Portugal em que senti medo de um assalto, já que já estava quase anoitecendo e no local já não havia mais outras pessoas. Se ele realmente era um assaltante, seria um prato cheio. Fiquei com dúvida se por acaso não queria apenas se aproximar para se oferecer para tomar conta do carro, mas foi estranho. As atitudes dele não condiziam com uma boa ação. Na dúvida, melhor partir o mais rápido possível e voltar para VILA NOVA DE GAIA para a última noite no hotel fedido de cigarro. Eu, que já fui assaltada em Barcelona em 2010 e perdi a câmera que mais gostava, desde então, fico sempre muito mais alerta.

            Bom, depois de mais uma noite mal dormida pelo cheiro de cigarro, chegou a hora de partir rumo a FÁTIMA, a razão primeira e principal da viagem. Depois de exatos cinco anos da cirurgia para resolver um problema de saúde, foi muito emocionante e uma alegria muito grande cumprir a promessa de estar em FÁTIMA no dia 13 de maio de 2013, dia de comemoração da primeira aparição de Nossa Senhora de Fátima aos Pastorinhos.

            Antes de chegar a FÁTIMA, foi maravilhoso passar por AVEIRO, a “Veneza de Portugal”, passear pelos canais dentro de um “moliceiro”, uma embarcação muito parecida com as gôndolas de Veneza, porém maior e movida a motor.

            Depois de AVEIRO, com a intenção de ir a FIGUEIRA DA FOZ, diante da placa indicando a PRAIA DE MIRA, bateu uma vontade muito grande de ver o mar de novo. GPS em ação e em direção a essa praia lindíssima. Ali um “pit stop” para almoço no Restaurante LUSO BRASILEIRO. Hum... comidinha conhecida! Uma delícia!

            Como o tempo ficou curto demais, o jeito foi desistir de Figueira de Foz e partir para COIMBRA para conhecer a famosa Universidade.

            Depois da Universidade de Coimbra, foi ótimo dar uma passadinha em TOMAR, antes de FÁTIMA.

            Em FÁTIMA, a hospedagem foi no HOTEL LAGOA DOS PASTORINHOS (muito bom!), cuja reserva eu havia feito há mais de seis meses. Impossível conseguir um lugar para dormir em Fátima nesse período se não fizer a reserva com muita antecedência.

            FÁTIMA foi pura emoção!

            Com base de três dias em FÁTIMA, foi maravilhoso tirar um dia antes da procissão para conhecer BATALHA, ALCOBAÇA e NAZARÉ. Três lugares imperdíveis!

            Depois da procissão, com a multidão já escoada de Fátima, conhecer um pouco do lugar foi fantástico, especialmente as Grutas da Moeda, em São Mamede, que fica a apenas 3,5 km de Fátima.

            Então, mais um dia de viagem para retornar a LISBOA e pegar o voo de volta para o Brasil, posso dizer que a passada em SANTARÉM eu dispensaria. Valeu pelo “pit stop” para um almoço com uma comidinha gostosa.

            Valeu também uma paradinha em SACAVÉM para uma rápida despedida do amigo Sérgio Durães e entregar-lhe uma recordação viagem. SACAVÉM tem trânsito tranquilo e é cidade organizada.

            Chegar a LISBOA e, ufa, entregar o carro na locadora foi mesmo um alívio! Dirigir em LISBOA não é nada fácil. Perder-se em “rotundas” é muito fácil e aí retornar pode custar muitos quilômetros. Faz parte! GPS nem sempre é perfeito, mas acaba recalculando a rota e, em algum momento, chega-se ao local que se deseja chegar.

            Uma última viagem de metro (lá não é metrô) com uma parada na Praça Marquês de Pombal para ir ao Shopping Amoreiras foi uma escolha errada. A subida até o Shopping era muito mais longa do que esperava e teria sido melhor ir direto para o hotel arrumar as malas para viajar de volta ao Brasil, mas valeu pelo último lanche e sorvete do MC Donald’s.

            Antes de prosseguir com informações e fotos dos lugares em que estive, quero explanar alguns fatos que possam servir de dicas a quem deseja viajar e conhecer a linda PORTUGAL.

            Primeiro: o que eu faria diferente? TODAS as rotas por estradas sem portagens (pedágio). Por quê? O sistema de pedágio em Portugal é um estresse para a viagem e ninguém sabe dar uma informação correta de como funciona o sistema. Nem mesmo na locadora os funcionários sabiam como funciona. Aliás, não deram informações sobre isso antes da viagem. Solicitei o “VIA VERDE” (o nosso via fácil) no balcão de atendimento, mas informaram que eu deveria ter contratado o serviço antes. Em muitas rodovias “A” (auto-estradas) o sistema é eletrônico. Fotografam o carro e depois é necessário num prazo de 2 a 5 dias úteis passar numa agência de Correio ou num Pay Shop (postos de vendas como nossas lotéricas) para pagar. Depois de muito procurar um Correio em Albufeira, havia uma fila enorme para atendimento, um “bom moço”, que estava por lá esperando sua vez, informou que era só passar uma mensagem pelo celular para um número (que nem vem ao caso agora) e com uma mensagem que inclui o registro do carro. Todas as mensagens que retornaram assim: “falhou”. O jeito foi partir para a internet a fim de localizar mais informações e telefones para contato. Nada deu certo. Informações diversas e diferentes umas das outras. Já em Covilhã, o jeito foi procurar um Pay Shop, mas para o registro do carro o saldo a pagar era ZERO. Todavia, por diversas vezes passei com o carro nos pedágios eletrônicos. Então, outro “bom moço” foi ver o carro e disse que havia um dispositivo do “VIA VERDE” instalado no carro, pertinho do retrovisor e que, por certo, a locadora descontaria os valores na hora da entrega do carro. Ufa! Uma notícia boa! Agora seria tranquilo seguir pelas auto-estradas (as “A” )! Contudo, ao entregar o carro, qual foi a surpresa? Era necessário passar num Correio e pagar os pedágios (portagens). Como não havia outro jeito, a solução foi ir até o aeroporto e lá numa agência do Correi tentar pagar. Outra surpresa, só havia os valores de dois dias utilizados uns 10 dias antes. Aí, o “bom moço” do Correio informou que o sistema pode levar até 8 dias para aparecer para pagar. Ótimo! A viagem de volta para o Brasil era para o dia seguinte! E agora? Como voltar para Portugal para pagar as portagens pendentes? Uma “maravilha” de sistema! Ainda não tenho idéia de como vou resolver isso, sabendo que, por certo, virão multas por falta de pagamento das portagens. Além desse estresse todo, o que já não vale a pena mesmo dirigir em estradas com portagens, o valor é altíssimo. Por exemplo, em 30 km o valor chegou a 4,10 euros. Ou seja, custa mais que o combustível!

Minha opinião: evitar todas as auto-estradas. As estradas nacionais são boas e não tem portagem. Muitas delas seguem praticamente ao lado das com portagem. Claro, a viagem será mais longa porque não se pode dirigir em estradas secundárias a 120 km por hora, mas compensará pelas cidades e vilas por onde passará. Todavia, é necessário passar por ruelas muito estreitas, que até precisa, em alguns pontos de orientação de alguém para não bater nos muros e casarios. Apesar disso, entreguei o carro sem nenhum arranhão a mais. Já estava arranhado, mas não fui eu!

Segundo: o que mais eu faria diferente? Uns quatro dias a mais de viagem para poder ficar um dia a mais no Algarve, outro em Évora, mais um na Serra da Estrela e outro a mais em Vila Real ou no Vale do Douro. E mais uns três dias para ir para Santiago de Compostela e explorar o Norte de Portugal. Ou seja, quatro semanas para o mesmo roteiro ou dividir o roteiro em duas viagens de 15 dias. Depende da disponibilidade de tempo (férias). Daqui a dois anos voltarei a Portugal para estar em Fátima mais uma vez e, então, explorar o Norte e ir a Santiago de Compostela. Mas dessa vez com minha sobrinha Daniela e o Fernando, meu amado marido, que deseja muito conhecer o Caminho de Santiago.

Terceiro: mudaria o roteiro? Muito pouco! Apenas excluiria dois lugares: Peniche e Santarém. E acordaria mais cedo para poder explorar os lugares que ficaram para trás por falta de tempo: Estoril, Portinho da Arrábida, Caldas da Rainha, Monchique, Guimarães, Amarante e Leiria.

Algumas dicas que podem ser úteis:

- Sempre chegar com o carro o mais próximo possível dos locais a visitar, pois a maioria dos locais tem estacionamento próximo e muitos até são gratuitos. Os locais mais belos estão sempre em pontos altos e, por isso, deixar o carro longe implica caminhar em subidas íngremes, o que, claro, cansa muito.

- Deixe sempre um casaco, touca e cachecol à mão, pois em muitos lugares há muito vento e a temperatura cai bastante.

- Procure pelos castelos das cidades, pois são, geralmente, no ponto mais alto e possuem vistas incríveis.

- Procure alugar um carro a Diesel (gasóleo), pois, além de ser mais barato o combustível, rodam-se muitos quilômetros com um litro. O Megáne automático que aluguei chegou a fazer 20 km por litro. A diferença do combustível pode compensar muito ter um carro maior e mais confortável.

- Evite totalmente as estradas “A” (com portagem/pedágio).

- Restauração em Shopping significa praça de alimentação.

- Para aproveitar melhor o dia, prefira abolir o café da manhã (pequeno almoço) do hotel (faça o seu café no quarto ou coma na estrada), pois começam a servir somente a partir da 7h ou 7h30, o que retarda demais a saída das cidades. Melhor sair mais cedo e chegar mais cedo na cidade seguinte e também aproveitar mais a luz da manhã para lindas fotos no percurso.

- Prepare-se para virar um excelente motorista durante a viagem. Passará por “apertos” no sentido literal da palavra. Muitas ruelas e becos que sequer se imagina que passa um carro e, muitas vezes, ainda são “vias de duas mãos”. Pode, inclusive, vir um ônibus no sentido contrário. Ficar atento o tempo todo para ver se vem alguém e já se preparar num bequinho para esperar passarem do seu lado, quase batendo no seu carro. Paciência e cautela, mas vale a pena!

- Onde tiver passeio de barco, moliceiro/gôndola, teleférico, lugares altos como torres, funicular para subir, aproveite tudo, pois os lugares e as paisagens com água ou altura SEMPRE são lindíssimas.

- Deixe para explorar shopping e lojinha em dias de chuva ou muito nublados para não perder lugares incríveis que Portugal tem para oferecer e que, com a luz do sol, resultam postais incríveis com qualquer câmera.

O que gostei muito de apreciar:

- A vista a partir do Castelo de São Jorge, em Lisboa;

- A Quinta da Regaleira e o Museu do Brinquedo, em Sintra;

- O Cabo da Roca, em Colares;

- O Santuário de Cristo, em Almada;

- O Castelo e o Cabo Espichel, em Sesimbra;


- As falésias de Arrifana;

- A Praia de Bordeira, na costa Vincentina;

- O Cabo de São Vicente, em Sagres;

- As grutas da Ponta da Piedade, em Lagos;

- A Capela dos Ossos, em Évora (inusitado!);

- A vista a partir do Castelo de Monsaraz;

- O Museu dos Descobrimentos, em Belmonte;

- Torre, em Sabugueiro, na Serra da Estrela;

- O Vale do Douro, entre Pinhão e Peso da Régua;

- Os jardins da Casa de Mateus (Palácio de Mateus);

- O Miradouro de Galafura, na Freguesia de Galafura;

- O passeio de barco pelo Rio Douro entre Porto e Vila Nova de Gaia;

- A vista a partir da Torre dos Clérigos, em Porto;
- O Santuário de Santa Luzia, com linda vista, em Viana do Castelo;

- O Santuário de Bom Jesus do Monte, em Braga;

- O passeio de moliceiro/gôndola em Aveiro;

- A Universidade de Coimbra;

- O Santuário de Fátima;

- O Mosteiro da Batalha;
- O Mosteiro de Alcobaça;

- A Praia de Nazaré com a vista a partir do Forte de São Miguel;

- As Grutas da Moeda, em São Mamede.

 Tudo lindo demais e não posso escolher um único lugar para dizer que foi o que mais gostei. O que posso dizer é que a emoção maior foi estar em FÁTIMA no dia da comemoração da primeira aparição da Virgem aos Pastorinhos.

Com tudo isso de lindo, belíssimo e emocionante, nada tenho a reclamar da viagem. Somente a agradecer a Deus todos esses dias lindos e a maioria cheios da luz do sol para lindas vistas e fotos que tanto amo fazer.

Observação: Iria editar esta postagem para informações e fotos dos lugares que visitei, mas acho que será mais interessante fazer novos posts dia a dia da viagem.

domingo, 20 de novembro de 2011

Passarinhada na Região do Piraí - Joinville - SC

Hoje foi um dia de madrugar para acompanhar os amigos do Clube de Observadores de Aves da Mata Atlântica - COAMA numa passarinhada.
No início poucas aves ouvimos e avistamos. No meio da mata fechada apenas o registro sem muita qualidade do Tangará.
Depois, mais próximo da casa no sítio do Edson Dressel, conseguimos observar mais aves, entre elas o bico-virado-carijó. Ele atua se alimenta como o arapaçu e vai pulando de árvore em árvore. Foi muito interessante observá-lo e fotografá-lo.
Pudemos avistar bem o surucuá-variado, cuja foto eu gostei bastante.
Foi uma manhã maravilhosa junto à natureza!
Criei um pequeno vídeo com as aves que fotografei hoje.

sábado, 7 de maio de 2011

Um pouco sobre a Costa Azul e informações da viagem de 2010

Em 2010, Fernando, meu marido, e eu fizemos uma viagem de três semanas, passando por Madrid, Barcelona, parte da Costa Azul (França: Montpellier, Marselha, Nice e Mônaco), Milão (e Lago Di Como) e Suíça (Zurich, Interlaken, Zermatt).
O passeio rendeu lindas fotos, embora depois de cinco dias tenha ficado apenas com a compacta Canon S5 e uma Canon SX200, que comprei em Barcelona para "quebrar um galho". Por um infortúnio, fui assaltada em Barcelona, no portão de saída do Estádio do Barcelona Futebol Clube, e levaram minha Sony R1. Portanto, quem for a Barcelona, evite ou tome muito cuidado em lugares com muita gente, especialmente na Sagrada Família, nas Las Ramblas e no tal estádio. Conto o fato apenas para alertar as pessoas. Quem pensa que a Europa é país de primeiro mundo, pode esquecer: os bons tempos já se foram. E há lugares nada seguros, entre eles, eu posso garantir, por experiência própria, Barcelona. Nunca mais volto a Barcelona, embora seja uma cidade muito linda e eu tenha feito fotos belíssimas por lá.

Da Costa Azul, das quatro cidades em que estive, a que mais me encantei foi MARSELHA. Todas são encantadoras, mas achei Marselha (Marseille) com um visual paisagístico fenomenal. Os dias em Marselha foram lindos pelo sol que se fez presente o tempo todo.
Lá fizemos um tour com aqueles ônibus trísticos que se sobe e desce quantas vezes quiser o dia inteiro (Hop On... Hop Off). Vale muito a pena, pois se vai aos principais pontos turísticos sem se matar de tanto caminhar.

Destaque especialíssimo para a Basílica de Notre Dame de La Garde. Situada num ponto muito alto com uma vista espetacular. Ela pode ser avistada de quase todos os pontos da Cidade. Como, por exemplo, do Vieux Port, cuja luz do final de tarde estava excelente:


E ela mais de perto, durante do daytour:


E seus detalhes, bem de perto:



E a linda vista que se tem a partir da Notre Dame de La Garde:





Com o dia lindo em Marselha, muitas fotos lindas renderam.

Valon Des Auffes: aqui nesta Pizzaria nós almoçamos:

Vista margeando o Mediterrâneo, em Marselha:


 No Vallon Des Auffes:


Este é o Mémorial aux heros de l'armée d'orient , em Marseille. Em frente ao Valon Des Auffes:


Ainda no Valon Des Aufes:
 

Fonte na Praça Castelane:


Catedral de La Mayor, em Marselha:


E ainda ganhar de presente este lindo pôr-do-sol, no Vieux Port:


MONTPELLIER também foi encantadora, especialmente pelos seus jardins bem coloridos, pelos contrastes entre o antigo e o moderno, pelo alegria das cores (parque infantil em forma de instrumentos musicais), pelo inusitado e, claro, também pelas luminárias:









Antes de chegarmos a NICE, amargamos 10 horas durante o dia na estação de Aux de Provence e só chegamos por volta de meia-noite em NICE. Havia uma greve na Rede Ferroviária da França. Sim, lá também fazerm greve! Um conselho: se seu parceiro de viagem for muito azarado, prefira ir sozinho! Afinal, ser assaltada, pegar greve de trem e no final de viagem ainda ficar "preso em Zurique" por um tal vulcão, cujo nome me nego a pronunciar (rs...), resolveu soltar nuvens de cinza, depois de 200 anos... Gente! Posso garantir: não sou eu a azarada! Na viagem deste ano (2011) deu tudo certo, sem nadinha a reclamar. Acho que Fernando vai demorar a ser meu companheiro numa viagem de novo! Só pode ser ele! rs...

Mas, deixando os infortúnios da viagem de lado, inúmeros momentos excelentes e lugares lindíssimos estivemos!
NICE também encanta (pena que não deu para ver mais porque o tempo ficou curto pelas horas que perdemos na estação em Aux de Provence). A visista foi rapidinha porque queríamos conhecer Mônaco. Não havia trem para ir a Mônaco (Greve) e "curtimos" uma longa fila para ir de ônibus. Depois de ir a Mônaco, no final da tarde, voltamos a NICE.
Então, primeiro um poquinho de Mônaco.
Um encanto de cidade, com muita beleza, uma vista linda do mar, carros e carrões para todos os lados, muita luxúria e riqueza, ruas apertadas que servem de circuito para o Grand Prix de Mônaco, um lindíssimo cassino, o Monte Carlo, com uma estrtura arquitetônica. Em frente ao Cassino, uma belíssima praça com chafariz, árvores, espelho, e muitas das minhas amadas tulipas. Escolher as melhores fotos de Mônaco, fica difícil, mas vamos a algumas. Depois, podem ver mais na prévia do fotolivro, mais abaixo.





E "para não dizer que não falei das luninárias" de Mônaco:


De volta, então,para NICE. Cidade que vislumbra a alegria do colorido, com ruas estreitas que lembram Veneza, com um praia de pedra, e não de areia, um prédio lindíssimo do Ópera, a praça Masséna com a calçada xadrez, e monumentos interessantíssimos.










E... luminária!!!


Depois de um ano, e já tendo feito outra viagem, terminei o meu primeiro fotolivro que diagramei no D-BOOK e enviei para impressão. As fotos foram feitas todas com Canon S5 e Canon SX200 e a maioria das fotos não foram editadas.
Fotos da Costa Azul: Montpellier, Marselha, Nice e Mônaco.
Posto abaixo a Prévia em PDF.